
FELIZ NATAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


patagarro

cagarra
Este livro de Teresa Lobato Faria inclui um guia de leitura para pais e educadores.
"O dia em que a mata ardeu", de José Fanha, além de aconselhado pelo PNL, aborda uma temática preocupante- a das queimadas e seus efeitos para o meio ambiente.
"Brincar às escondidas e outras Histórias da Mãe Natureza", de Rosário Alçada Araújo, é um livro com várias histórias, todas relacionadas com a Natureza. Nesta quadra natalícia, realçamos a última, intitulada "A surpresa do Pai Natal". Nesta, o Pai Natal decide enviar cartas a "todos os que querem ser mais felizes", onde afirma que, em vez dos tradicionais presentes, este ano irá distribuir "Tarefas" que serão uma prenda para todos e para o mundo. Essas tarefas consistem am actos simples que todos podemos levar a cabo neste Natal, como "plantar dois pinheiros", "oferecer as cinzas às plantas", "comer mais fruta que doces", "não ir a muitas lojas", "andar e fazer tudo mais devagar" e ainda "descobrir as cores que a Mãe Natureza apresenta nesta época". Tudo tarefas simples que podem fazer muito por este planeta.


Celebra-se hoje o Dia da Floresta Autóctone que foi estabelecido para promover a divulgação da importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como um dia mais adaptado às condições climatéricas de Portugal e Espanha para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa. A plantação de árvores na Primavera, em Portugal, apresenta frequentemente um baixo sucesso associado ao aumento das temperaturas e redução das chuvas que se faz sentir com a proximidade do Verão.


Tartaranhão

milhafre-preto
A Truta tem como característica o corpo em formato fusiforme, alongado e comprimido. A coloração do dorso varia do castanho para esverdeado, os flancos são acinzentados e o ventre esbranquiçado. Apresenta pintas escuras espalhadas pelo corpo e nadadeiras. A pele é coberta por centenas de pequenas escamas ciclóides firmemente aderidas.
Contra-capa com uma citação de Miguel Torga, o grande representante da literatura transmontana.







A Lagoa das Sete Cidades, na Ilha de São Miguel, nos Açores, é uma das Sete Maravilhas Naturais de Portugal, na categoria de Zona Aquática Não-Marinha.

O Parque Natural abrange toda uma zona de nascimento de cursos de água, que convergem para o vale do Douro e cujo fulcro se situa em Espanha. O rio Mente delimita Montesinho a oeste e o rio Maçãs, a leste. Entre ambos, e de oeste para leste, correm o Rabaçal, o Assureira, o das Trutas, o Tuela e o Barceiro, o Sabor, o Igrejas e o de Onor e as ribeiras de Pereira e de Caravelas, em vales estreitos ou mais amplos. A natureza dos solos é essencialmente xistosa, aflorando por vezes o calcário, como em Cova da Lua e Dine, existindo manchas graníticas na serra de Montezinho e, no extremo ocidental, em Pinheiros.No que diz respeito à flora, a vegetação do Parque Natural é dominada pela presença de carvalhais, alguns deles dos maiores do País, de frondosos castinçais, sobretudo na região de Vinhais, prados naturais de variada composição florística, de lameiros e importantes extensões de mato. Existem manchas de azinheira, carrasco - na terminologia local - em zonas mais baixas e abrigadas, e o vidoeiro ainda é visível em altitudes superiores aos 1000 metros, nas serras da Coroa, Mofreita e Montesinho. Junto às linhas de água, surgem ulmeiros, freixos, salgueiros, choupos e amieiros.Quanto à fauna, observa-se a presença de mamíferos como o lobo, a raposa, a fuinha, o gato-bravo, o texugo, o toirão e a lontra, a gineta, coelhos e lebres, bem como inúmeros micromamíferos, desde o rato-do-campo até à toupeira-d'água. De entre as aves, a par da ameaçada águia-real, regista-se a presença de inúmeras aves de presa, como o milhafre, a águia-de-asa-redonda, o gavião e o peneireiro. Abunda a perdiz, o pombo-torcaz, a charrela, a codorniz e o tordo, sendo a área também frequentada pela cegonha. Répteis e batráquios - tritão-de-ventre-laranja, sapo, dicoglosso, sardão, cobra-de-água-de-colar, víbora-cornuda - e peixes - a truta, a boga, o escalo e o barbo -fazem parte de um conjunto faunístico diversificado.Quanto ao povoamento, adquire aqui um aspecto aglomerado, as casas agrupam-se em núcleos compactos. A casa é, por via de regra, rectangular, com telhado de duas águas, de aspecto rude mas robusta, com uma construção que utiliza materiais e princípios rudimentares.No que diz respeito à arquitectura, nas aldeias do Parque Natural de Montesinho apenas se encontram pequenas capelas ou igrejas de planta rectangular, como em Sacóias e em Rio de Onor. No exterior, o culto religioso faz-se nas denominadas "alminhas". Os moinhos movidos pela força da água testemunham uma arte antiga no aproveitamento das energias naturais. As paredes são, regra geral, de xisto, o mecanismo de moagem encontra-se montado no piso superior, o sobrado, enquanto o rodízio que faz girar a mó se esconde no piso inferior, o cabouco, para onde a água é conduzida através de um caleiro de pedra ou por um simples tronco escavado. O forno comum, a frágua do povo, o moinho ou lagar comunitário, são outras formas de arquitectura rural que podem ser observadas no Parque Natural de Montesinho.